Especialistas de segurança da Informação e a crescente demanda no mercado Brasileiro

Especialistas de segurança da Informação e a crescente demanda no mercado Brasileiro

A Escassez de mão de obra qualificada e o aumento na procura por especialistas na área de segurança da informação, sim, a crise do novo coronavírus também trouxe oportunidades.

Essa pandemia que virou o mundo de cabeça para baixo e obrigou todas as empresas a concederem acesso remoto aos seus funcionários também fez com que aumentasse os ataques de hackers e fez com as empresas também precisasse reforçar sua segurança digital. ⠀

E toda essa mudança fez ficar ainda mais evidente a falta de profissionais na área da segurança da informação, nos estudos da ISC2, uma das maiores associações de profissionais de segurança do mundo, o mercado que hoje emprega mais quase 3 milhões de profissionais tem um gap/déficit global de quase 4 milhões. Desses 4 milhões a Ásia e Pacífico (2,6 milhões), seguida pela América Latina com um déficit de 600 mil. ⠀

O Brasil é o segundo maior país em força de trabalho, ficando atrás apenas dos EUA. Com a chegada da LGPD esse desafio tende a ficar ainda maior, pois as empresas precisarão estruturar ainda mais a segurança da informação e com isso a contratação de mão de obra tende a crescer ainda mais. ⠀⠀

Os bancos hoje lideram o número de vagas em aberto na área, Itaú é o maior exemplo da preocupação com essa área tão sensível, porém o desafio de encontrar mão de obra qualificada faz com que essa busca seja ainda mais difícil, mas hoje já existem cursos, graduações e pós graduações nessa área tão requisitada pelo mercado global. ⠀

Fonte de dados: www.isc2.org

COVID-19: Novos tempos pede novas soluções

COVID-19: Novos tempos pede novas soluções

Vamos falar do nosso novo momento?

Sempre que uma pessoa ou empresa passa por uma situação financeira difícil, seja qual for o motivo, é necessário que haja uma revisão de todas as despesas para verificar aquelas que podem ser cancelas ou renegociadas. Dentro desse contexto é comum que o seguro esteja na lista de cortes mas caso ocorra um sinistro (evento), dependendo das proporções deste evento pode decretar que todo o esforço feito para adquirir um determinado patrimônio ou redução de custo tenha sido em vão.

Exemplo 1: A pessoa perde o emprego e resolve cancelar o seguro do carro que em muitos casos está financiado. Se a pessoa bater o carro ou que o mesmo seja roubado dificilmente terá recuso para arcar com o prejuízo. E se você atropelar alguém ou bater o carro e for culpado pelo acidente terá que arcar com os danos causados à terceiros, a situação é pior ainda. Se o seu carro vale R$ 25 mil você sabe que perderá 25 mil mas os danos causados à terceiros podem custar muito mais.

Dicas para o exemplo 1: Você pode contratar uma apólice que cubra somente Perda Total (por colisão ou roubo/furto) mais a cobertura de danos causados à terceiros. E tente parcelar ao máximo se possível em 12 vezes para que a parcela pese menos no orçamento familiar.

Exemplo 2: Um estabelecimento decide cancelar a apólice de seguro patrimonial com várias coberturas sendo que a principal é de incêndio. Qualquer evento que ocorra a empresa pode não ter folego para arcar com os prejuízos e a situação pode ser tão grave que chegue ao ponto de a empresa encerrar as atividades.

Dicas para o Exemplo 2: Você pode negociar que os limites de algumas coberturas sejam reduzidos e/ou negociar franquias mais altas que levarão a redução do custo do seguro. Muitas vezes não vale a pena pois se você dobrar a franquia da apólice a redução não será na mesma proporção, mas ainda que redução seja pequena num momento de crise é melhor correr o risco de ter que pagar uma franquia maior do que não ter um seguro.

Exemplo 3: A maioria das empresas ainda não possuem o seguro cibernético que cobre os impactos decorrentes de um ataque de hackers, que aliás não estão dando trégua neste período de pandemia. E na maioria das empresas o risco digital é um dos maiores riscos se não o maior. O risco de uma empresa sofrer um ataque cibernético é muito maior que o risco de incêndio.

Dicas para o exemplo 3: A empresa pode começar contratando uma apólice com limites mais baixos e/ou negociar franquias maiores conforme mencionado no exemplo 2. E mais uma vez vale mencionar que é melhor ter algo ainda que com limites menores do que não ter nada.

Resumindo, repense seus ajustes financeiros, coloque no papel e compare o que, de fato, deve ser cortado e o que pode ser reajustado, mas antes de um corte consulte: seu banco, seus parceiros e seu corretor de seguros.

É muito importante que essas empresas e pessoas sejam consultadas, afinal todos estamos no mesmo barco muitas vezes exista uma solução que caiba na sua realidade atual.

Violações de dados pessoais: PROCON SP já aceita reclamações. Sua empresa está preparada?

Violações de dados pessoais: PROCON SP já aceita reclamações. Sua empresa está preparada?

Enquanto a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) não entra em vigor, alguns órgãos já se preparam para atender melhor o consumidor que se sentir lesado por ter seus dados expostos ou pelo mau uso desses dados. Procons e MPs fazem parte do Sistema Nacional de Proteção ao Consumidor Procons, assim como a LGPD e por isso a legalidade da ação dos órgãos.

Por outro lado, temos as empresas que ainda não estão em conformidade com a nova lei e que não sabem por onde começar a tratar o assunto. Para auxiliar você e sua empresa separamos algumas dicas que podem ajudar:

  • Gestão dos Pedidos do Titular
  • Gestão do Consentimento e Anonimização
  • Auditoria sobre o Tratamento
  • Due Diligence sobre dados pessoais
  • Segurança dos Dados
  • Relatório de Impacto
  • Governança do Tratamento
  • Plano de Comunicação – Incidente de Segurança
  • Validação do término do tratamento
  • Certificação
  • Data Protection Officer (Encarregado)
  • Prevenção de Conflitos

Além de todas essas ações, ainda existe o seguro cibernético que minimiza as perdas financeiras e danos a imagem , pois auxilia as empresas na resposta aos incidentes com profissionais especializados das seguradoras.

Conte sempre com a Clamapi. O risco digital é o nosso negócio!

Brasil mais próspero e confiável no ambiente digital?

Brasil mais próspero e confiável no ambiente digital?

O governo publicou, nesta quinta-feira, 6, a Estratégia Nacional de Segurança Cibernética (E-Ciber) com o objetivo de se tornar um país de excelência nessa área. No entendimento do governo, a crescente conectividade dos cidadãos traz ameaças, ao ponto de o Brasil investir, por ano, US$ 2 bilhões com a venda de softwares, hardwares e serviços na área de segurança de TI.⠀

Apesar dos investimentos, apenas 11% dos órgãos federais têm bom nível em governança de TI, segundo levantamento da Organização das Nações Unidas (ONU). Outros dados analisados para a construção da E-Ciber mostram que em 2017, os crimes cibernéticos resultaram em US$ 22,5 bilhões de prejuízo no mundo e o Brasil é o 2º com maior prejuízo com ataques cibernéticos.⠀

Outra preocupação do governo é com relação a ampliação do uso da Internet das Coisas. De acordo com estimativa do portal statista.com, haverá mais de trinta bilhões de dispositivos de internet das coisas (IoT, do inglês Internet of Things) conectados em 2020.⠀

Diante desse quadro, a estratégia perseguirá os seguintes objetivos de tornar o Brasil mais próspero e confiável no ambiente digital; : aumentar a resiliência brasileira às ameaças cibernéticas; e fortalecer a atuação brasileira em segurança cibernética no cenário internacional.⠀

Para atender esses objetivos, foram desenhadas 10 ações, que vão desde a realização de fóruns de governança, de adotar, na indústria, padrões internacionais no desenvolvimento de novos produtos desde sua concepção (privacy/security by design and default); de recomendar a adoção de soluções nacionais de criptografia, observada, para tanto, a legislação específica; – intensificar o combate à pirataria de software, até incentivar a concepção de soluções inovadoras em segurança cibernética nos programas de incentivos a P&D.⠀


Fonte: Lúcia Bebert – Site Terra

Cobertura Seguro Cibernético: Custos, Notificação e Monitoramento

Cobertura Seguro Cibernético: Custos, Notificação e Monitoramento

Você sabia que a Notificação e Monitoramento imposta pela Lei de Proteção de Dados (LGPD) / Ministério Público, pode estar coberta dentro da apólice de seguro Cibernético? Sim, dentre os custos previstos em um seguro cibernético, claro que esse é apenas um complemento do seguro que além de mitigar os dados em um eventual ataque cibernético, também tem um papel fundamental nas ações e prevenções previstas na LGPD.

A LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) o órgão será responsável por preservar os dados pessoais, formatar as normas e procedimentos para sua proteção, implementar métodos e procedimentos por meio eletrônico para o apontamento de reclamações, além de fiscalizar e aplicar as sanções quando alguma regra do armazenamento, tratamento ou divulgação dos dados for praticado e estiver em desacordo com à legislação.

Os custos incorridos para a notificação de uma violação de dados aos usuários e monitoramento do uso dos dados violados é de extrema importância em todo o processo no caso de um vazamento, fiquem atentos e assistam aos vídeo de nosso canal no youtube para ficar por dentro de mais dicas.

Clique aqui para acessar o Youtube da Clamapi Seguros Cibernéticos.